O mês de agosto será o mais quente da história do Amazonas. A afirmação é da chefe do Inmet, Lucia Gulart. Ela contou ao Portal Amazônia que esta quarta-feira (11) registrou recorde de baixo nível de umidade relativa do ar, com apenas 33%. A queda do índice é preocupante. “A baixa umidade inibe a formação de nuvens, o que aumenta a temperatura ainda mais”, explicou ela. Ainda segundo Lucia, o interior do Estado será mais afetado que a capital. A previsão é de níveis de umidade próximos a 21%. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal de umidade do ar é de 70%.
A especialista ainda alerta para os problemas de saúde causados pela seca. Segundo ela, os baixos níveis de água aumentam o risco de contaminação por bactérias e vermes. “Nem todos têm acesso a água potável, então bebem diretamente dos rios. Essa atitude causa diversos problemas no sistema digestivo”, explicou. Lucia afirmou ainda que ressecamento da pele e aparecimento de manchas pelo corpo são comuns durante os rigorosos verões amazônicos “Bastante água e protetor solar são os ingredientes certos para evitar a desidratação”, sugeriu.
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Fonte: http://www.portalamazonia.com.br/


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