terça-feira, 13 de abril de 2010

Novo código de ética médica entra em vigor.

         Infelizmente em todo o território brasileiro existe uma grande insatisfação com relação a Saúde no Brasil, tal sentimento ocorre não somente pela falta de estrutura dos hospitais ou unidades básica de saúde ( apesar de sempre haver inaugurações de prédios), mas também pela falta de medicamentos e do atendimento sem humanização ao paciente, tanto por profissionais de níveis técnicos como de níveis superiores, afinal apesar do SUS garantir o acesso desses funcionários a Educação Permanente, isso não vêm ocorrendo de fato, é claro que existem também , e graças a Deus, aqueles médicos que possuem o compromisso com o paciente e podemos inclusive citar que em Coari têmos o Dr. Ricardo Faria entre eles como exemplo de profissional com ética entre outras qualidades.
     
       Para amenizar essa situação, algumas medidas são tomadas para melhorar essa relação com paciente.Confira abaixo alguns itens do novo código de ética dos médicos.( Opinião de Ivânia Alves)


 

Veja como ficam as novas determinações do código de ética dos médicos.
Do G1, com informações do Bom Dia Brasil

O novo código de ética médica entra em vigor nesta terça-feira (13). Ele funciona como uma constituição para os médicos. O documento atualiza regras e princípios que o profissional deve obedecer no exercício da profissão.

Veja o site do Bom Dia Brasil

O objetivo das atualizações é melhorar a relação entre o médico e o paciente, uma relação que tem ficado cada vez mais abalada por causa das precárias condições em que funciona a saúde pública no país.

O novo código de ética médica não vai solucionar a falta de estrutura nos hospitais. Mas deve ajudar a unir as atenções em um único foco.

Uma das principais intenções nas alterações no código de ética é melhorar a relação entre médico e paciente. O novo código aborda assuntos complexos:
 Como a decisão no caso de um paciente em estado terminal e outros mais simples.
  • O médico deve escrever a receita de forma legível, o que deve melhorar e muito a vida do paciente na hora de comprar um medicamento.

    A orientação de escrever de forma legível já estava no código anterior, de 1988. São tantos os problemas por causa do garrancho médico, que foi preciso reforçar agora. Mas a comunicação entre paciente e médico, vai além da receita.
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O novo código diz que o médico vai ter que pedir o consentimento dos pacientes sobre qualquer procedimento que for fazer, com exceção de risco iminente de morte. Ele pode se recusar a fazer atendimentos em locais sem estrutura, com exceção das situações de emergência.

Não pode participar de propaganda, nem lucrar com a venda de medicamentos. Se o paciente quiser ouvir uma segunda opinião, o primeiro médico tem que colaborar, inclusive passando informações.

O paciente também tem o direito a ter acesso ao prontuário. Em casos da geração de uma criança de forma assistida, o médico não pode escolher o sexo do bebê. E ainda: deverá respeitar a decisão dos pacientes terminais, que não quiserem fazer procedimentos desnecessários para prolongar a vida.

Neste caso, o código sugere o cuidado paliativo. Em vez de simplesmente parar o tratamento, já que fica impossível reverter o caso, o médico deve entrar com outro tipo de apoio ao paciente, prescrever medicamentos que reduzam a dor e dar orientações psicológicas, emocionais, sociais ao doente e à família dele.

Fonte: G1

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Hospital Regional de Coari

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Dr Odair Carlos Geraldo